quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Não dá pra entender

Aqui em São Carlos tem uma pizzaria que faz rodízio, onde provei uma pizza de salmão que é uma delícia. Antes de comer, achei que ia estragar o salmão e a pizza, mas não é que fica bom?

Ontem resolvi pedir a tal pizza na casa de uma amiga e descobri que é exclusividade do rodízio. Gente, isso é falta de vontade de ganhar dinheiro. Ninguém em sã consciência vai deixar de ir ao rodízio porque aquela pizza específica é servida em casa também. São intenções diferentes, e esse povo dessa pizzaria é muito burro.

Pois eu tive a infelicidade de conhecer alguém tão burro quando os donos da pizzaria, mas em matéria de ser feliz... dá pra acreditar?

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Cansei

De ser sozinha. De depender só de mim. De abraçar a Nina na hora de dormir, só para dormir abraçada com alguém. De fazer comida só para mim. De não ter alguém para quem ligar no meio da noite, ou para quem fazer uma surpresa durante o dia, ou para quem pedir um beijo. Cansei tanto...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Coisas

Sabe quando um dia começa horrível e termina horrível, sem nenhuma razão aparente? Então, hoje. Passei o dia tentando fazer ele terminar mais rápido.

Aí que estava dirigindo e comecei a pensar. Dia desses vi uma reportagem sobre um vovô que dizia que ele era o melhor funcionário de todos os tempos. Trocentas décadas de serviço e só uma falta — no dia da morte da esposa. E fiquei imaginando o quanto isso custou para ele, para a família, para os amigos. Não perdeu um dia sequer de serviço para ficar com a mulher. Não perdeu um dia para ir assistir um jogo de um filho. Não perdeu um dia para cuidar de um deles que estivesse doente, não perdeu um dia para comemorar uma vitória importante. Para ir à maternidade ver o filho ou neto recém-nascido.

E eu nem lembro qual era a profissão dele, mas acho que nenhuma no mundo vale isso.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Ah, só para lembrar: a pessoa que fez o tal comentário não deixou nome... por isso que não publiquei o comentário.
Aí, faz tempo, né?

Alguém comentou no post abaixo, dizendo que eu também precisava de um revisor. Eu avisei, a madrugada faz coisas estranhas com as pessoas.

E, aliás, são mais de 4 da manhã e eu bebi umas cervejas. Não me responsabilizo pelos erros aqui.

Mas eu vim escrever sobre a minha teoria. Um,a das minhas teorias, aliás. Sou uma pessoa teorética. Negócio é o seguinte: alguém aí já viu alguma poesia realmente bela e realmente feliz? Eu nunca.

As mais lindas poesias, os mais lindos textos, livros, músicas... os mais lindos são tristes, ou fruto da tristeza, da decepção, da falta de esperanças, da saudade. E aí vem minha teoria. Sabe por que isso acontece? Porque gente feliz não quer escrever. Gente feliz quer viver sua felicidade, enquanto ela dura e é infinita. Todos sabem que felicidade não dura para sempre, Então devemos aproveitar quando ela chega assim pertinho de nós.

Mas aí um dia ela vai embora. Deixa a tristeza, a saudade, a vontade de que aquilo não tivesse acabado nunca. E aí, tentando reviver a felicidade que foi nossa um dia, dá vontade de escrever. E é aí que saem os poemas tristes, as canções melancólicas, os textos saudosos... tudo com um sentimento tão forte, tão real, que dói em quem lê, por mais piegas que seja o texto. Aí a gente dá aqula pigarreada, disfarça, olha para os lados para ver se ninguém percebeu aquela lagrimazinha furtiva que chega sem querer.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O que a madrugada não faz com as pessoas...


Que coisa linda, não?

Ei, pesoal do Terra – estão precisando de um revisor? Pagando bem, estou às ordens.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

E agora, José?

sabe aquelas pessoas que deixam as coisas acontecerem, sem muitas neuras e preocupações? então. não sou uma delas. nem sei ser assim. ah, bem que eu queria, viu?

mas eu sou aquele tipo que vive correndo, fazendo acontecer, ou fingindo que estou fazendo acontecer porque isso é o que esperam de mim, que eu esteja batalhando e correndo atrás de tudo o tempo todo. cansa, mesmo quando estou só fingindo.

quando estou fazendo MESMO algo acontecer, cansa pelo óbvio - dá trabalho. quando estou fingindo, cansa porque me sinto uma... uma... fraude. isso, fraude. e fica aquele cagaço de alguém perceber que eu não tô fazendo porcaria nenhuma além de jogar campo minado e orkutar, mas mesmo assim eu continuo lá, fazendo carinha de conteúdo e agindo como se de cada teclada minha dependesse o resto da humanidade.


a partir disso, existem duas conclusões:

1) estou me sentindo meio álvaro de campos, esses dias, porque, na real? ninguém depende de mim pra porcaria nenhuma. sem mim, há de correr tudo sem mim, só isso. diferença n e n h u m a para a humanidade. terríííííível isso.


2) eu sofro. porque aquilo que eu quero que depende de mim, eu vou atrás e faço acontecer. e, se não vou ou se não dá certo, não posso culpar a ninguém além de mim. e eu posso conviver com isso. mas nem tudo depende de mim, e quando aquilo que não depende de mim não acontece do jeito que eu quero ou simplesmente não acontece, aí ferra comigo de vez. porque eu não acho certo culpar alguém porque aquilo que EU queria, que eu nem sei se também era a vontade da outra pessoa, não deu certo. mesmo que muitas vezes eu culpe, brigue e esperneie, não acho certo. e aí a frustração é muito, muito maior.

bom... tudo isso pra dizer que eu ando tentando seguir a filosofia zeca pagodinho de viver

deixa a vida me levar, vida leva eu...

tô tentando com direito a erro gramatical e tudo, mas, quer saber? tá foda, viu.